OEA confirma que Cuba e Venezuela financiam protestos violentos no Chile e Equador

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A Organização dos Estados Americanos emitiu, nesta quinta-feira (24), um comunicado confirmando oficialmente que os países socialistas Cuba e Venezuela estão financiando os protestos violentos no Chile e no Equador. Leia o comunicados na íntegra:

As correntes atuais de desestabilização dos sistemas políticos do continente têm origem na estratégia das ditaduras bolivariana e cubana, que buscam novamente se reposicionar, não através de um processo de reinstitucionalização e redemocratização, mas através de sua antiga metodologia de exportação de polarização e más práticas, mas essencialmente financiam, apóiam e promovem conflitos políticos e sociais.

As “brisas bolivarianas”, a que o presidente da assembléia nacional ilegítima constituinte bolivariana se referiu, trouxeram desestabilização, violência, tráfico de drogas, morte e corrupção. O custo mais alto foi pago pelo próprio povo venezuelano, mas os países do continente também estão agora pagando um preço alto pela crise causada pela ditadura venezuelana.

A estratégia de desestabilização da democracia através do financiamento de movimentos políticos e sociais distorceu a dinâmica política nas Américas. Durante anos, a ditadura venezuelana, com o apoio da ditadura cubana, institucionalizou estruturas sofisticadas de cooptação, repressão, desestabilização e propaganda da mídia na região. Por exemplo, o financiamento da ditadura venezuelana a campanhas políticas tem sido uma das maneiras eficazes de aumentar a capacidade de gerar conflitos.

A crise no Equador é uma expressão das distorções que as ditaduras venezuelana e cubana instalaram nos sistemas políticos do continente. No entanto, o que os eventos recentes também mostraram é que a estratégia intencional e sistemática das duas ditaduras para desestabilizar as democracias não é mais eficaz como no passado.

A Secretaria-Geral da OEA reafirma sua obrigação de proteger os princípios democráticos e os direitos humanos e de defendê-los onde estão ameaçados. Também permanece disponível aos Estados membros em seus esforços para enfrentar os fatores de desestabilização organizados pela ditadura venezuelana e cubana.

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