Cirurgias eletivas na rede pública de Foz estão suspensas por mais 30 dias

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O Governo do Estado prorrogou por mais 30 dias a suspensão dos procedimentos cirúrgicos eletivos hospitalares na rede pública, conforme a resolução nº 355/2021 da Secretaria Estadual de Saúde. A normativa é necessária, segundo nota à imprensa, dado o aumento de casos de internações em decorrência da Covid-19. O objetivo é otimizar o uso de medicamentos anestésicos e relaxantes musculares, bem como a ocupação de leitos de UTI (Unidade de Terapia Intensiva) para o atendimento exclusivo à doença.

“Estamos com grande dificuldade em adquirir a medicação e, é importante que se diga, que não é por falta de recursos financeiros, mas por falta do produto no mercado brasileiro. Diante disso, fica inviável a realização de cirurgias que demandam UTI”, disse, nesta segunda-feira, 5, a secretária de Saúde de Foz do Iguaçu, Rosa Jeronymo.

Segundo a portaria estadual, a suspensão pode ser estendida ou reduzida de acordo com a disponibilidade de medicamentos, leitos e conforme a situação epidemiológica da doença no Paraná.

“Procedimentos de exames e cirurgias de baixa complexidade, que não necessitam de leito de UTI ou algum desses anestésicos e relaxantes musculares, continuarão ocorrendo. É preciso paciência e a compreensão de todos, de que neste momento os esforços devem se concentrar no combate à covid-19. Não queremos perder mais vidas para esse vírus ou deixar os pacientes sem o devido atendimento”, acrescentou a secretária.

Procedimentos em andamento

Os pequenos procedimentos e cirurgias de baixa complexidade estão sendo realizados no Poliambulatório Nossa Senhora Aparecida, no Porto Meira. O poliambulatório realiza procedimentos cirúrgicos como de remoção de lipoma, cisto, vasectomia, lesão de pele, escarificação e cauterização, tumoração, fibroma, corpo estranho, entre outros.

“Estes procedimentos demandam apenas anestesia local, com altas no mesmo dia. Este tipo de cirurgia ambulatorial proporciona maior segurança e retorno rápido do paciente ao seu ambiente familiar, sem necessidade de internamento ou de algum dos medicamentos em falta no mercado”, explica o diretor da Fundação Municipal de Saúde, Sérgio Fabriz.

Fonte: Assessoria

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