A inflação voltou a pesar no bolso da população

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O aumento generalizado de preços tem resultado de uma combinação de fatores: alta do dólar, valorização global do petróleo e a seca, que levou a uma quebra de safras no campo, além de um aumento específico nos preços de energia, entre outros.

Na prática, a disparada implica na queda do poder de compra, em reajustes salariais sem ganho real e no aumento da pobreza no país. Com isso, as pessoas passam a apresentar uma série de dificuldades para adquirir itens essenciais de uma cesta básica, por exemplo, como arroz, feijão e carne.

Não é só o Brasil que atravessa uma escalada dos preços na economia. O efeito é global e está diretamente ligado aos desequilíbrios entre oferta e demanda, incluindo os impactos trazidos pela pandemia do coronavírus.

Com todos esses fatores, a inflação na zona do euro atingiu novo recorde neste mês de abril. A informação tem gerado desconforto entre os formuladores de políticas do Banco Central Europeu (BCE), que manifestam preocupação com a possibilidade de o rápido crescimento dos preços ganhar ainda mais fôlego, gerando uma espécie espiral que seja difícil de interromper.

De acordo com a Agência Reuters, a inflação no bloco monetário de 19 países subiu para 7,5% em abril, ante 7,4% em março, impulsionada por aumento persistente nos preços de energia e alimentos, conforme dados estatísticos da União Europeia (Eurostat).

Tudo isso deixa o BCE com um difícil dilema de política. De acordo com a instituição, que o crescimento no primeiro trimestre foi positivo, mas ainda é insuficiente.

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